Pornografia - Considerações Biológicas, Pscicossociais e Bíblicas.


Uma correta abordagem da questão da pornografia deve manter duas verdades, por vezes aparentemente contraditórias, mas não mutuamente excludentes: (i) uma análise objetiva do pecado da pornografia deve considerar a realidade da liberdade individual e responsabilidade pessoal do sujeito: O sujeito de nossos comportamentos é o nosso ego (eu), sendo assim, não importa o que levou uma pessoa a ver pornografia, nada muda o fato de que quem viu pornografia foi a própria pessoa em sua capacidade de responder. Sendo assim, ela é responsável por seus atos. Além disso, ela é livre, o que não significa liberdade de indiferença, mas sim liberdade de vontade. Isto é, a pessoa que vê pornografia não o faz por estar sendo “coagida” pela “dopamina do cérebro” ou por algum determinante no ambiente, ela o faz porque quer, e contra isso não há desculpas, e sim responsabilidades.

‘Não tenho tempo’: um diagnóstico preocupante!


Não tenho tempo para nada!

Uma frase muito comum nos dias atuais é a seguinte: “Estou sem tempo para mim, estou sem tempo para nada.” A grande ironia contida nesta frase é que geralmente ela é dita por pessoas que decidiram, intencionalmente, preencher suas respectivas agendas com uma quantidade tão exacerbada de compromissos que, como consequência inevitável, tornaram suas próprias vidas complexas, ramificadas e cheias. E ainda assim, desejam que tudo desacelerasse um pouco e se tornasse mais simples. Impossível.

A Missão de Jesus aos Perdidos.


Ao ler Lucas 15, é fácil esquecer o contexto, especialmente ao ler a parábola do filho pródigo. O capítulo começa com os fariseus e os escribas criticando Jesus por comer com publicanos e pecadores (versículos 1-2). A comunhão à mesa de Jesus com os pecadores significa o evangelho da graça. Todos aqueles que se convertem dos seus pecados e colocam sua fé em Deus desfrutarão do banquete messiânico para sempre. Jesus conta aos seus oponentes três parábolas para defender a sua comunhão à mesa com os pecadores: a parábola da ovelha perdida (versículos 3-7), a parábola da dracma perdida (versículos 8-10) e o que eu chamo de a parábola dos dois filhos perdidos (versículos 11-32). Ao abordar os fariseus e os escribas através de parábolas, Jesus lhes dá uma direção indireta. Ele não os critica diretamente por suas atitudes de justiça própria e falta de amor. Em vez disso, ele subverte o entendimento próprio deles por meio das parábolas para que compreendam o amor de Deus e vejam a si próprios no filho mais velho que crê na sua própria justiça.

A santidade pessoal do pastor.


Robert Murray McCheyne disse a famosa frase: “A maior necessidade do meu povo é a minha santidade pessoal.”

Agora, antes de que críticas sejam arremessadas em McCheyne por ele dar muito valor aos pastores, vamos ser claros: McCheyne não está dizendo que ele é mais importante do que Cristo. Este é o mesmo homem que disse: “Nossa alma deve ser um espelho de Cristo; devemos refletir cada característica: para cada graça em Cristo, deve haver uma contrapartida em nós” e “Para cada olhar para si mesmo, olhe dez vezes para Cristo”. Em vez disso, ao afirmar a importância da santidade pessoal do pastor, ele está ecoando Paulo em 1 Timóteo 4, quando ele diz: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes.”

Perseguidos por causa de Cristo?

Os cristãos foram perseguidos pelos incrédulos e zombadores desde o primeiro momento em que começaram a dizer ao povo de sua época que Jesus de Nazaré, que havia sido rejeitado e morto pelos judeus, era, na verdade, o Filho de Deus. Sua morte na cruz era o único meio pelo qual Deus estava disposto a perdoar os pecados e conceder a vida eterna, tanto a judeus quanto a não-judeus. Basta uma leitura, ainda que rápida, pelo livro dos Atos dos Apóstolos e este fato ficará claro: a mensagem da cruz anunciada pelos primeiros cristãos, embora aceita por milhares na época, provocava reações violentas tanto em judeus quanto gregos. Para os primeiros, era escândalo, para os últimos, loucura (1Co 1:23).

O Feminismo Cristão - Como Tudo Começou.


Estudar a história do surgimento do movimento feminista é de grande ajuda para nós. Geralmente uma perspectiva global e ampla do assunto em pauta nos ajuda a entender melhor determinados aspectos do mesmo. No caso do movimento feminista, a sua história nos revelará que a ordenação de mulheres ao ministério, em alguns setores do movimento, é apenas um item de uma agenda muito mais ampla defendido por um setor bastante ativista do feminismo nas igrejas cristãs.

Origens do Movimento Feminista Fora da Igreja

Examinemos primeiramente o movimento feminista fora da igreja, focalizando suas principais protagonistas.

O incômodo da depressão.



Depressão é a quase completa capitulação do ânimo, do bem-estar, da segurança emocional, da autoconfiança, da alegria, da vontade de viver O adjetivo incômodo é brando demais. Depressão é muito mais do que incômodo. Seria melhor escrever: a agrura ou o tormento da depressão, mesmo que algumas sejam mais brandas que outras! Suas causas são complexas e podem ser sociais, emocionais, espirituais ou neurológicas. A morte de um ente muito próximo, uma enfermidade grave, a perda de um emprego, uma decepção amarga, um susto financeiro, uma traição conjugal, o envolvimento de uma pessoa da família no mundo das drogas, os maus-tratos contínuos de um cônjuge contra o outro, o ciúme justificado ou não de um cônjuge e muitas outras coisas podem levar alguém à depressão. Independentemente de tudo isso, a depressão pode ocorrer. Mas a depressão nunca é uma fraqueza moral. Pode, em alguns casos, ser inicialmente provocada por uma conduta errada ou por falta de saúde espiritual, mas o deprimido não pode ser tratado como um pecador -- pelo menos antes de ser curado da depressão. Qualquer providência em contrário só agrava o problema. Prova disso são a depressão do patriarca Jó e a depressão do profeta Elias, dois notáveis personagens da história do Antigo Testamento.

O incômodo da ansiedade.


Ansiedade é a preocupação demasiada com as necessidades primárias e as secundárias, as necessidades básicas e as supérfluas, as necessidades reais e as imaginárias

Se constante e prolongada, a ansiedade pode levar o ansioso a adquirir úlcera, colite, asma, doenças do coração e outros distúrbios orgânicos. Mas, quando não mistura os problemas de ontem com os problemas de hoje nem os problemas de hoje com os problemas de amanhã, o não ansioso, então, em paz se deita e logo pega no sono (Sl 4.8).

O incômodo da culpa.


Sentimento de culpa é a lembrança viva, insistente e deprimente de algum procedimento errado aos olhos de Deus, de conhecimento privado ou público, recente ou remoto, provocado pela falta de arrependimento, confissão e perdãoEnquanto não é imaginário nem doentio, o sentimento de culpa é uma graça de Deus, uma dor que cura, uma terapia saudável. Sem o peso da mão de Deus dia e noite sobre a sua cabeça, o tumor da culpa do rei Davi nunca seria espremido nem curado. Suas transgressões só foram perdoadas e seus pecados só foram apagados depois do incômodo da culpa (Salmo 32). Mas a culpa não é um medicamento de uso contínuo. Uma vez bem-sucedida no sentido de levar o paciente a admitir o pecado cometido, a se arrepender dele e a confessá-lo sem rodeios, diretamente a Deus, a culpa se retira e só volta quando tiver de cumprir mais uma vez a mesma missão. O crente comete uma tolice e sofre desnecessariamente quando, depois de perdoado por Deus -- contra quem em última análise pecou --, continua a hospedar a culpa.

Reforma, Calvino e Economia.

Autor: Antonio Vitor

A influência da Reforma Protestante para o desenvolvimento do capitalismo é alvo de não pequena controvérsia no mundo acadêmico. Ela tem servido especialmente para enfatizar o papel da religião nas relações econômicas. O debate tende a buscar respostas na polarização entre a história dos países influenciados pela Reforma, mais ao norte da Europa, e os países católicos romanos, mais próximos do mediterrâneo, razão pela qual também é grande a tentação de reduzir o debate a uma briga de torcidas, quando os interessados são influenciados pelo denominacionalismo estrito. A controvérsia por vezes toma a forma de uma rivalidade mimética, pela qual pressupõe-se que a verdadeira religião cristã é aquela mais afinada às verdades econômicas – um parâmetro que não deixa de ter alguma relevância, visto que o cristianismo, ao contrário de outras religiões, é também uma religião histórica preocupada com uma cosmovisão coerente com a realidade concreta.
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