“Não Deixemos de Congregar-nos”: Enfrentando o Problema da Evasão de Membros.

Autor: Rev. Alderi Souza de Matos

Introdução

Um neologismo tem se tornado comum nos últimos anos – “fidelização”. Trata-se de um termo da área de publicidade e marketing que traduz um desejo de empresas em diferentes ramos de atividade: o de que seus clientes ou consumidores se mantenham fiéis a elas e a seus produtos. Especialmente em setores nos quais existe forte concorrência, trata-se de um alvo buscado com crescente intensidade. Evidentemente, a fidelidade das pessoas a um determinado fornecedor ou prestador de serviços pode não ter quaisquer implicações éticas. Se alguém é cliente da pizzaria “a” ou “b” e utiliza os serviços dessa ou daquela companhia de telefonia celular, isso não tem maiores consequências fora da área mercadológica. Em outras esferas, todavia, a fidelidade adquire uma importância muito maior, como é o caso da política partidária. No Brasil, há muito tempo um bom número de políticos tem se envolvido com uma prática condenável: a troca frequente de partidos, geralmente por motivos pouco elogiáveis. Eles se filiam a uma legenda, elegem-se por ela e depois, movidos por interesses muitas vezes questionáveis, simplesmente se transferem para outra. Em anos recentes têm sido aprovadas leis visando coibir a chamada “infidelidade partidária”. Pois bem, esse é um tema que também interessa de perto às igrejas evangélicas.

A Tentação De Cristo.

A Tentação de Cristo
Uma exposição confortadora de Mateus 4,
concernente a tentação de Cristo no deserto.
por John Knox (1503-1572)

A causa que me moveu a tratar desta passagem das Escrituras, foi para que aqueles que, pela inescrutável providência de Deus, caem em diversas tentações, não se julguem, por causa disso, menos aceitáveis na presença de Deus; mas, pelo contrário, tendo o caminho preparado para vitória através de Cristo Jesus, não temam, acima da medida, as astutas investidas da ardilosa serpente, Satanás; mas, com alegria e coragem, tendo tal Guia, tal Campeão e tais armas, como as encontradas nesta passagem (se com obediência ouvirmos e crermos verdadeiramente), possam assegurar-se do presente favor de Deus e da vitória final, por meio de Cristo, que, para nossa segurança e livramento, entrou na batalha e triunfou sobre seu adversário e sobre toda sua fúria, e também, para que as subsequências, sendo ouvidas e entendidas, possam ser melhor guardadas na memória.

A melhor forma de viver a vida.


Existe uma opinião popular de que o Cristianismo é uma religião de proibições. Para muitos, o maior obstáculo para se tornar um cristão tem a ver com as restrições à sua liberdade para viver “sua melhor vida agora”. O Cristianismo impediria esse tipo de vida por ser uma religião de “nãos”. Não se divirta. Não aja como certas pessoas. Não viva de certa forma. Não vá a certos lugares. Não isso e não aquilo. Em resumo, os de fora do Cristianismo sentem como se fosse uma nuvem em seu dia ensolarada, um proverbial “não” para cada “sim”.

Ciência não pode provar que Deus não existe, pois evidências apontam o contrário, diz físico


A filosofia, muitas vezes usada como veículo do ceticismo, possui um princípio que se estende sobre a ciência e garante que jamais será possível provar a inexistência de Deus. Esse foi o centro da palestra realizada pelo cientista Adauto Lourenço, físico cristão defensor do conceito criacionista.

Adauto Lourenço começou sua carreira conhecido no meio acadêmico como um evolucionista teísta, alguém que tenta conciliar os preceitos pregados pela Teoria da Evolução com a fé. No entanto, há duas décadas, ele se deparou com evidências que o fizeram abraçar o conceito criacionista.

O amor que Deus odeia.


INTRODUÇÃO

- Um grupo de crianças da primeira série foram conhecer um grande hospital. 
Depois de falar sobre os cuidados e a higiene no hospital e percorrer os corredores, ao final do tour pelo hospital a enfermeira perguntou se alguém tinha alguma pergunta. 
Uma criança levantou a mão e perguntou: 
-Por que e como as pessoas que trabalham aqui estão sempre lavando as suas mãos? 
A enfermeira sorriu e respondeu: 
-As pessoas que trabalham no hospital estão sempre lavando as suas mãos por duas razões:

O quão sincero você é com seu cônjuge?


Ao ver pornografia na internet, você fala para seu cônjuge o que fez e perde perdão? Quando alguma outra pessoa se insinua a você, isso é compartilhado com seu cônjuge, a fim de ele lhe fortalecer e ajudar a vencer a tentação? Quando você mente no trabalho e dá mau testemunho, seu cônjuge tem ciência disso, porque com ele você se aconselha? Quando existem pensamentos suicidas em sua mente, você compartilha e pede ajuda para seu cônjuge? Quando sente que seu amor por ele(a) está esfriando, o(a) chama para conversar e buscam auxílio no Senhor, a fim de honrar o santo matrimônio? Quando você denigre a imagem de seu cônjuge para alguém e depois se arrepende, você pede perdão a ele(a) e lhe expõe o que falou? Quando sua fé está se esvaindo ou você percebe que sua vida tem tomado rumos contrários ao evangelho, você conversa sobre isso com seu cônjuge?

Mulheres e homens cristãos podem ser amigos?


A questão é um barril de pólvora. Aqueles que respondem imediatamente "sim" podem arremessar tantos barris de evidência anedótica como aqueles que gritam "não". Poucos tratam isso como uma questão legítima - as opiniões são dadas num tom que implica que a própria questão viola o senso comum. São dadas respostas diferentes. Diferentes passagens são citadas. Diferentes colinas são construídas e desfeitas.

Cinco Razões Para Abraçar a Eleição Incondicional.

Por John Piper

Eu uso o termo abraçar porque a eleição incondicional não é apenas verdadeira, mas também preciosa. Obviamente, ela não pode ser preciosa se não for verdadeira. Portanto, este é o motivo principal pelo qual a abraçamos. Mas vamos começar com uma definição:

Eleição incondicional é a livre escolha de Deus antes da criação, não baseada em conhecimento prévio da fé, pela qual ele concederá fé e arrependimento a traidores, perdoando-os e adotando-os em sua eterna família de alegria.

1. NÓS ABRAÇAMOS A ELEIÇÃO INCONDICIONAL PORQUE ELA É VERDADEIRA.

Todas as minhas objeções à eleição incondicional vieram abaixo quando eu não conseguia mais sustentar minha argumentação sobre Romanos 9. O capítulo começa com a disposição de Paulo em ser amaldiçoado e separado de Cristo por amor aos seus compatriotas judeus incrédulos (verso 3). Isto implica que alguns judeus estão perecendo. E faz surgir a questão da promessa de Deus aos judeus. Falhou a promessa? Paulo responde: "não pensemos que a palavra de Deus haja falhado" (verso 6). Por que não?
Porque "nem todos os de Israel são, de fato, israelitas" (verso 6). Em outras palavras, o propósito de Deus não era inocentar cada pessoa de Israel individualmente. Era, ao invés disso, um propósito de eleição.
Então, para ilustrar a ideia da eleição incondicional de Deus, Paulo usa a analogia de Jacó e Esaú: "E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela [Rebeca]: O mais velho será servo do mais moço" (versos 11 e 12).

Em outras palavras, o propósito original de Deus em escolher para si indivíduos dentre Israel (e todas as nações! Apocalipse 5:9) não estava baseado em nenhuma condição que eles pudessem satisfazer. Foi uma eleição incondicional. E, portanto, ele diz: "Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão" (verso 15; veja os versos 16-18 e Romanos 11:5-7).
Jesus confirma este ensinamento: "Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora" (João 6:37). Achegar-se a Jesus não é uma condição que satisfazemos para nos qualificar à eleição. É o resultado da eleição. O Pai escolheu suas ovelhas. Elas lhe pertencem. E ele as dá ao seu Filho. É por este motivo que elas vêm. "Ninguém poderá vir a mim, se, pelo Pai, não lhe for concedido" (João 6:65). "Não fostes vós que me escolhestes a mim; pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros" (João 15:16; veja também João 17:2, 6, 9 e Gálatas 1:15).
No livro de Atos, por que alguns creram e outros não? A resposta de Lucas é a eleição: "e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna" (Atos 13:48). Esta "destinação" — esta eleição — não foi baseada numa fé prevista, mas foi a causa da fé.

Em Efésios 1 Paulo diz: "[Deus] nos escolheu nele [Cristo] antes da fundação do mundo... nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade" (Efésios 1:4, 11). É o "conselho da vontade de Deus" que é eternamente decisivo nesta questão.
O que você dirá para Deus no julgamento final se ele te perguntar: "Porque você creu no meu Filho enquanto outros não creram?" Você não responderá: "Porque eu sou mais inteligente." Não. Certamente você dirá: "Por causa da tua graça. Se não tivesses me escolhido, eu teria sido deixado espiritualmente morto, indiferente e culpado."

2. NÓS ABRAÇAMOS A ELEIÇÃO INCONDICIONAL PORQUE DEUS DESIGNOU-A PARA NOS FAZER DESTEMIDOS NA PROCLAMAÇÃO DE SUA GRAÇA NUM MUNDO HOSTIL.

"Se Deus é por nós, quem será contra nós? . . . Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus?" (Romanos 8:31, 33).

3. NÓS ABRAÇAMOS A ELEIÇÃO INCONDICIONAL PORQUE DEUS DESIGNOU-A PARA NOS TORNAR HUMILDES.

"Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios . . . a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus . . . Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor" (1 Coríntios 1:27, 29, 31).

4. NÓS ABRAÇAMOS A ELEIÇÃO INCONDICIONAL PORQUE DEUS A FEZ COMO UM PODEROSO IMPULSO MORAL À COMPAIXÃO, BONDADE E PERDÃO.

"Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de ternos afetos de misericórdia, de bondade . . . perdoai-vos mutuamente" (Colossenses 3:12-13). Ninguém que já tenha visto ou provado verdadeiramente sua eleição não é movido por ela para se tornar bondoso, paciente e tolerante.

5. NÓS ABRAÇAMOS A ELEIÇÃO INCONDICIONAL PORQUE ELA É UM PODEROSO INCENTIVO EM NOSSO EVANGELISMO PARA AJUDAR OS INCRÉDULOS QUE SÃO GRANDES PECADORES A NÃO SE DESESPERAREM.

Quando você oferece Cristo livremente a todos os incrédulos, suponha que alguém lhe diga: "eu tenho pecado terrivelmente. Deus jamais escolheria me salvar." A coisa mais consoladora que você pode dizer é: Você percebe que Deus escolheu antes da fundação do mundo aqueles a quem ele irá salvar? E ele o fez sem basear-se em absolutamente nada em você. Antes que você nascesse ou tivesse feito qualquer coisa boa ou má, Deus escolheu te salvar ou não.
Portanto, não ouse encarar a Deus e dizer-lhe das qualificações que você não tem para ser escolhido. Não houve qualificações para ser escolhido. "O que, então, eu devo fazer?", ele pergunta. "Crê no Senhor Jesus e serás salvo" (Atos 16:31). É assim que você começa a "confirmar a vossa vocação e eleição" (2 Pedro 1:10). Se você abraçar o Salvador, você confirmará ser um eleito, e você será salvo. 

Autor: John Piper

Fonte: Desiring God
Li no blog: Electus

Não deixe tua teologia ficar no caminho do teu amor? Como assim?


Eu ouvi um proeminente pastor evangélico advertir em um sermão, que não devemos deixar que nossa teologia fique no caminho do nosso amor.
Fico sempre chocado ao ouvir pastores advertindo contra a teologia, porque isso equivale a um ato de “auto-sabotagem” – se de fato você é cristão. A teologia é tudo o que temos. Imaginem o Steve Jobes falando contra o uso de smatphones, ou Bill Gates falando sobre não usarmos computadores, ou George Foreman falando contra comer carne e ter um grill... Tire a teologia bíblica da igreja e ela não tem mais nada a não ser puro vapor e ar.

Seis maneiras de como Deus trabalha em você em seu trabalho.


Você apareceu no serviço hoje, mas é como se Deus não houvesse ido junto. Ele parece distante e ausente de tudo que você faz durante o dia. Há tentações por toda parte, atalhos para fazer as coisas do jeito mais fácil. Ninguém mais se importa uma vírgula com servir a Deus. As conversas são todas banais. E mesmo assim você acredita que Deus é soberano sobre todas as coisas, o que, a propósito, significa ser soberano sobre colocá-lo no emprego em que você está.

Você desconfia cada vez mais de si mesmo e fica imaginando como deve ser a vida de alguém que seja, ao mesmo tempo, empresário e um gigante na fé, alguém que veleja entre reuniões e serviços privados, carregado pela maré da alegria de servir a Deus. Enquanto aqui está você, num trabalho onde Deus parece estar tão longe.
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