Perseguidos por causa de Cristo?

Os cristãos foram perseguidos pelos incrédulos e zombadores desde o primeiro momento em que começaram a dizer ao povo de sua época que Jesus de Nazaré, que havia sido rejeitado e morto pelos judeus, era, na verdade, o Filho de Deus. Sua morte na cruz era o único meio pelo qual Deus estava disposto a perdoar os pecados e conceder a vida eterna, tanto a judeus quanto a não-judeus. Basta uma leitura, ainda que rápida, pelo livro dos Atos dos Apóstolos e este fato ficará claro: a mensagem da cruz anunciada pelos primeiros cristãos, embora aceita por milhares na época, provocava reações violentas tanto em judeus quanto gregos. Para os primeiros, era escândalo, para os últimos, loucura (1Co 1:23).

O Feminismo Cristão - Como Tudo Começou.


Estudar a história do surgimento do movimento feminista é de grande ajuda para nós. Geralmente uma perspectiva global e ampla do assunto em pauta nos ajuda a entender melhor determinados aspectos do mesmo. No caso do movimento feminista, a sua história nos revelará que a ordenação de mulheres ao ministério, em alguns setores do movimento, é apenas um item de uma agenda muito mais ampla defendido por um setor bastante ativista do feminismo nas igrejas cristãs.

Origens do Movimento Feminista Fora da Igreja

Examinemos primeiramente o movimento feminista fora da igreja, focalizando suas principais protagonistas.

O incômodo da depressão.



Depressão é a quase completa capitulação do ânimo, do bem-estar, da segurança emocional, da autoconfiança, da alegria, da vontade de viver O adjetivo incômodo é brando demais. Depressão é muito mais do que incômodo. Seria melhor escrever: a agrura ou o tormento da depressão, mesmo que algumas sejam mais brandas que outras! Suas causas são complexas e podem ser sociais, emocionais, espirituais ou neurológicas. A morte de um ente muito próximo, uma enfermidade grave, a perda de um emprego, uma decepção amarga, um susto financeiro, uma traição conjugal, o envolvimento de uma pessoa da família no mundo das drogas, os maus-tratos contínuos de um cônjuge contra o outro, o ciúme justificado ou não de um cônjuge e muitas outras coisas podem levar alguém à depressão. Independentemente de tudo isso, a depressão pode ocorrer. Mas a depressão nunca é uma fraqueza moral. Pode, em alguns casos, ser inicialmente provocada por uma conduta errada ou por falta de saúde espiritual, mas o deprimido não pode ser tratado como um pecador -- pelo menos antes de ser curado da depressão. Qualquer providência em contrário só agrava o problema. Prova disso são a depressão do patriarca Jó e a depressão do profeta Elias, dois notáveis personagens da história do Antigo Testamento.

O incômodo da ansiedade.


Ansiedade é a preocupação demasiada com as necessidades primárias e as secundárias, as necessidades básicas e as supérfluas, as necessidades reais e as imaginárias

Se constante e prolongada, a ansiedade pode levar o ansioso a adquirir úlcera, colite, asma, doenças do coração e outros distúrbios orgânicos. Mas, quando não mistura os problemas de ontem com os problemas de hoje nem os problemas de hoje com os problemas de amanhã, o não ansioso, então, em paz se deita e logo pega no sono (Sl 4.8).

O incômodo da culpa.


Sentimento de culpa é a lembrança viva, insistente e deprimente de algum procedimento errado aos olhos de Deus, de conhecimento privado ou público, recente ou remoto, provocado pela falta de arrependimento, confissão e perdãoEnquanto não é imaginário nem doentio, o sentimento de culpa é uma graça de Deus, uma dor que cura, uma terapia saudável. Sem o peso da mão de Deus dia e noite sobre a sua cabeça, o tumor da culpa do rei Davi nunca seria espremido nem curado. Suas transgressões só foram perdoadas e seus pecados só foram apagados depois do incômodo da culpa (Salmo 32). Mas a culpa não é um medicamento de uso contínuo. Uma vez bem-sucedida no sentido de levar o paciente a admitir o pecado cometido, a se arrepender dele e a confessá-lo sem rodeios, diretamente a Deus, a culpa se retira e só volta quando tiver de cumprir mais uma vez a mesma missão. O crente comete uma tolice e sofre desnecessariamente quando, depois de perdoado por Deus -- contra quem em última análise pecou --, continua a hospedar a culpa.

Reforma, Calvino e Economia.

Autor: Antonio Vitor

A influência da Reforma Protestante para o desenvolvimento do capitalismo é alvo de não pequena controvérsia no mundo acadêmico. Ela tem servido especialmente para enfatizar o papel da religião nas relações econômicas. O debate tende a buscar respostas na polarização entre a história dos países influenciados pela Reforma, mais ao norte da Europa, e os países católicos romanos, mais próximos do mediterrâneo, razão pela qual também é grande a tentação de reduzir o debate a uma briga de torcidas, quando os interessados são influenciados pelo denominacionalismo estrito. A controvérsia por vezes toma a forma de uma rivalidade mimética, pela qual pressupõe-se que a verdadeira religião cristã é aquela mais afinada às verdades econômicas – um parâmetro que não deixa de ter alguma relevância, visto que o cristianismo, ao contrário de outras religiões, é também uma religião histórica preocupada com uma cosmovisão coerente com a realidade concreta.

Ministro da Palavra: Santo e Douto.


A Bíblia revela que há um conselho de líderes que são responsáveis pelo governo e o bom andamento espiritual do rebanho de Deus. Esse conselho é chamado de presbíteros, sempre no plural e com algumas características essenciais para a função (1Tm 5.17; Tt 1.7; 1 Pe 5.1-2; 1Tm 3.2; 2Tm 4.2; Tt 1.9; At 20.17, 28-31; Tg 5.14; At 15.16).

Dentre esses presbíteros há alguns que são chamados para se afadigarem na Palavra, seguindo mais de perto a decisão dos apóstolos e sucedendo o ministério apostólico como Ministros da Palavra (At 6.4; 1Tm 5.17). Normalmente esses presbíteros que ministram e ensinam são chamados de pastores, isso se deve ao fato de Efésios atribuir à docência aos pastores (Ef 4.11).

12 dispositivos de Satanás contra você.

Autor: JOSEMAR BESSA

Os Puritanos viam a história humana como um contínuo conflito com os poderes espirituais do mal. Esta é uma razão pela qual em todas as áreas da vida espiritual eles são úteis como nenhuma outra geração foi. No conflito espiritual eles clara e diretamente não cessavam de expor os dispositivos do maligno.

Nessa guerra espiritual achamos ajuda inestimável neles. A guerra espiritual nos chama a ser vigilantes porque o principal meio de Satanás destruir é através do engano sutil:

“Não Deixemos de Congregar-nos”: Enfrentando o Problema da Evasão de Membros.

Autor: Rev. Alderi Souza de Matos

Introdução

Um neologismo tem se tornado comum nos últimos anos – “fidelização”. Trata-se de um termo da área de publicidade e marketing que traduz um desejo de empresas em diferentes ramos de atividade: o de que seus clientes ou consumidores se mantenham fiéis a elas e a seus produtos. Especialmente em setores nos quais existe forte concorrência, trata-se de um alvo buscado com crescente intensidade. Evidentemente, a fidelidade das pessoas a um determinado fornecedor ou prestador de serviços pode não ter quaisquer implicações éticas. Se alguém é cliente da pizzaria “a” ou “b” e utiliza os serviços dessa ou daquela companhia de telefonia celular, isso não tem maiores consequências fora da área mercadológica. Em outras esferas, todavia, a fidelidade adquire uma importância muito maior, como é o caso da política partidária. No Brasil, há muito tempo um bom número de políticos tem se envolvido com uma prática condenável: a troca frequente de partidos, geralmente por motivos pouco elogiáveis. Eles se filiam a uma legenda, elegem-se por ela e depois, movidos por interesses muitas vezes questionáveis, simplesmente se transferem para outra. Em anos recentes têm sido aprovadas leis visando coibir a chamada “infidelidade partidária”. Pois bem, esse é um tema que também interessa de perto às igrejas evangélicas.

A Tentação De Cristo.

A Tentação de Cristo
Uma exposição confortadora de Mateus 4,
concernente a tentação de Cristo no deserto.
por John Knox (1503-1572)

A causa que me moveu a tratar desta passagem das Escrituras, foi para que aqueles que, pela inescrutável providência de Deus, caem em diversas tentações, não se julguem, por causa disso, menos aceitáveis na presença de Deus; mas, pelo contrário, tendo o caminho preparado para vitória através de Cristo Jesus, não temam, acima da medida, as astutas investidas da ardilosa serpente, Satanás; mas, com alegria e coragem, tendo tal Guia, tal Campeão e tais armas, como as encontradas nesta passagem (se com obediência ouvirmos e crermos verdadeiramente), possam assegurar-se do presente favor de Deus e da vitória final, por meio de Cristo, que, para nossa segurança e livramento, entrou na batalha e triunfou sobre seu adversário e sobre toda sua fúria, e também, para que as subsequências, sendo ouvidas e entendidas, possam ser melhor guardadas na memória.
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